Caminho da Morte, Lotm, Sequência 4 a 0
Asterion tornou-se Imortal (4). Ataques físicos tornaram-se inúteis contra sua forma semi-espiritual. Ele dominou o Vento Murchante e o ciclo de reencarnação, liberando sua forma incompleta de Serpente Emplumada e selando artefatos nas profundezas do Submundo.
Como Barqueiro (3), transitou entre a vida e a morte. Capaz de flutuar no Rio Estige, ganhou um olhar letal que definhava quem o encarasse. Sua mão esquerda espalhava o fim irreversível, enquanto a direita revertia o processo, devolvendo a vida.
Ao atingir o nível de Anjo como Cônsul da Morte (2), sua Forma de Criatura Mítica se completou em uma Quetzalcoatl de escamas esmeraldas e penas com tubos pretos. Rei dos Mortos, manifestou a Nação dos Mortos, um domínio que drenava a vitalidade urbana e impedia ressurreições. Sentado em seu trono de obsidiana, passou a escravizar anjos e espíritos malignos.
Na Sequência 1: Imperador Pálido, virou o Soberano dos Espíritos. Pensamentos dos vivos morriam em sua presença e seu Decreto de Morte obliterava alvos instantaneamente. Sob seu comando, o Mundo Pálido descoloria a realidade; em dois segundos, conceitos e poderes envelheciam milênios, virando pó com penas brancas.
Por fim, Asterion ascendeu à Sequência 0: Morte. Tornou-se o Adormecido Eterno e o Ponto Final de tudo. Em seu sono divino, conexões, memórias e existências morreram. Ele extinguiu as indestrutíveis características Beyonder, destruindo clones e substitutos de uma vez. Como mestre dos mortos-vivos, silenciou o universo.