AI Art: đŸ–Œïž ROTEIRO: O DESENHO NA LAMA (A Assinatura da PĂȘnfigo) CENA: O local da MansĂŁo, no dia seguinte Ă  fuga. A investigação. PERSONAGENS: NARRADOR: (Voz sombria e jornalĂ­stica). LUCAS: (30s, Americano, cabelos cor de mel e bigode, ex-proprietĂĄrio). ANA: (30s, Brasileira, sua esposa). DETETIVE SANTOS: (40s, Brasileiro, cĂ©tico e tenso). (A CENA COMEÇA) EXT. TERRENO DA MANSÃO PÊNFIGO - MANHà (ANOS 90) O sol da manhĂŁ tenta furar a nĂ©voa, mas o terreno continua Ășmido e sombrio. O carro da famĂ­lia, abandonado na noite anterior, estĂĄ sendo periciado. O Detetive Santos e sua equipe vasculham a ĂĄrea. DETETIVE SANTOS (OLHANDO AO REDOR, CÉTICO): — Nada de arrombamento. Nada de luta. Apenas... lama e pĂąnico. O casal fugiu como se o prĂłprio inferno estivesse Ă s suas costas. NARRADOR (VOZ SÉRIA, DE JORNALISTA): O casal, Lucas e Ana, havia deixado Campo Grande Ă s pressas, sem levar pertences, sem dar explicaçÔes claras. A polĂ­cia, sem corpos ou ladrĂ”es, tinha apenas o silĂȘncio e o medo. INT. CARRO DE POLÍCIA - MANHà Lucas (Americano, cabelos cor de mel e bigode) e Ana (pĂĄlida e em choque) sĂŁo interrogados. DETETIVE SANTOS (GRAVANDO, SEM ACREDITAR): — Senhor Lucas, pela Ășltima vez. O que fez o carro andar sozinho? Quem estava na casa? Lucas, com o bigode tremendo, mal consegue falar. LUCAS (DESESPERADO, VOZ ROUCA): — NĂŁo havia ninguĂ©m! Apenas o barulho... as vozes... o brinquedo. Aquele cavalinho de madeira... ele queria algo de volta! ANA (FECHANDO OS OLHOS COM FORÇA): — É a criança, Detetive. Ela queria nos punir por estarmos lĂĄ. Ela brinca com a gente. NARRADOR (ADICIONANDO PESO): Os investigadores procuravam por lĂłgica. Os jornais, por drama. NinguĂ©m procurava por arte. EXT. TERRENO DA MANSÃO PÊNFIGO - MOMENTOS DEPOIS O Detetive Santos sai do carro, frustrado. Ele caminha pelo terreno que a famĂ­lia dizia ser mal-assombrado, procurando por uma pista racional. Ele tropeça no Ășnico objeto deixado para trĂĄs. É o cavalinho de madeira, agora limpo. Ao lado dele, hĂĄ uma ĂĄrea de terra fresca e Ășmida. DETETIVE SANTOS se agacha. Na lama, ele encontra um desenho infantil. NĂŁo rabisco, mas uma imagem gravada com um dedo ou um galho. É um desenho grotesco: IMAGEM: UM DESENHO INFANTIL NA LAMA (Um plano detalhe no chĂŁo revela o desenho tosco, mas perturbador) O desenho mostra: Uma casa grande (a MansĂŁo PĂȘnfigo) com janelas escuras e pontudas. Uma figura humana distorcida (Lucas ou Ana), feita com traços nervosos, com um X riscado sobre o rosto. Ao lado da figura, uma pequena silhueta (a "criança") feita com um Ășnico cĂ­rculo para a cabeça e dois palitos para o corpo, mas com um sorriso largo e traçado de forma extremamente maligna. Acima da casa, a palavra "MEU" estĂĄ rabiscada vĂĄrias vezes, como um mantra. O Detetive Santos, o homem da lei e da lĂłgica, encara o desenho. O ceticismo lentamente se transforma em um horror frio. DETETIVE SANTOS (QUASE INAUDÍVEL): — Um desenho... de criança. Ele tenta tocar a lama, mas hesita. NARRADOR (VOZ FINAL, COMO UM VEREDITO): O povo pensou que a famĂ­lia Americana havia sido derrotada pela ganĂąncia, expulsa pela ruĂ­na financeira. IMAGEM: O Detetive se afasta lentamente do desenho, olhando a vasta escuridĂŁo do terreno. NARRADOR (CONTINUA): Mas Lucas e Ana foram expulsos pela arte. Uma mensagem simples, cruel, deixada na terra de Campo Grande. Um aviso de que o poder que tomou a casa nĂŁo era humano, nem polĂ­tico, nem financeiro. IMAGEM: O Ășltimo plano Ă© do desenho na lama. O sorriso da figura infantil parece aumentar, mesmo sob o sol da manhĂŁ. NARRADOR FINAL: O dono original do palĂĄcio nĂŁo era um homem. Era a criança. E o seu desenho era a Ășnica prova real.

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đŸ–Œïž ROTEIRO: O DESENHO NA LAMA (A Assinatura da PĂȘnfigo)
CENA: O local da Mansão, no dia seguinte à fuga. A investigação.

PERSONAGENS:

NARRADOR: (Voz sombria e jornalĂ­stica).

LUCAS: (30s, Americano, cabelos cor de mel e bigode, ex-proprietĂĄrio).

ANA: (30s, Brasileira, sua esposa).

DETETIVE SANTOS: (40s, Brasileiro, cético e tenso).

(A CENA COMEÇA)

EXT. TERRENO DA MANSÃO PÊNFIGO - MANHÃ (ANOS 90)

O sol da manhĂŁ tenta furar a nĂ©voa, mas o terreno continua Ășmido e sombrio. O carro da famĂ­lia, abandonado na noite anterior, estĂĄ sendo periciado. O Detetive Santos e sua equipe vasculham a ĂĄrea.

DETETIVE SANTOS (OLHANDO AO REDOR, CÉTICO): — Nada de arrombamento. Nada de luta. Apenas... lama e pñnico. O casal fugiu como se o próprio inferno estivesse às suas costas.

NARRADOR (VOZ SÉRIA, DE JORNALISTA): O casal, Lucas e Ana, havia deixado Campo Grande Ă s pressas, sem levar pertences, sem dar explicaçÔes claras. A polĂ­cia, sem corpos ou ladrĂ”es, tinha apenas o silĂȘncio e o medo.

INT. CARRO DE POLÍCIA - MANHÃ

Lucas (Americano, cabelos cor de mel e bigode) e Ana (pĂĄlida e em choque) sĂŁo interrogados.

DETETIVE SANTOS (GRAVANDO, SEM ACREDITAR): — Senhor Lucas, pela Ășltima vez. O que fez o carro andar sozinho? Quem estava na casa?

Lucas, com o bigode tremendo, mal consegue falar.

LUCAS (DESESPERADO, VOZ ROUCA): — NĂŁo havia ninguĂ©m! Apenas o barulho... as vozes... o brinquedo. Aquele cavalinho de madeira... ele queria algo de volta!

ANA (FECHANDO OS OLHOS COM FORÇA): — É a criança, Detetive. Ela queria nos punir por estarmos lá. Ela brinca com a gente.

NARRADOR (ADICIONANDO PESO): Os investigadores procuravam por lógica. Os jornais, por drama. Ninguém procurava por arte.

EXT. TERRENO DA MANSÃO PÊNFIGO - MOMENTOS DEPOIS

O Detetive Santos sai do carro, frustrado. Ele caminha pelo terreno que a famĂ­lia dizia ser mal-assombrado, procurando por uma pista racional. Ele tropeça no Ășnico objeto deixado para trĂĄs.

É o cavalinho de madeira, agora limpo. Ao lado dele, hĂĄ uma ĂĄrea de terra fresca e Ășmida.

DETETIVE SANTOS se agacha.

Na lama, ele encontra um desenho infantil. Não rabisco, mas uma imagem gravada com um dedo ou um galho. É um desenho grotesco:

IMAGEM: UM DESENHO INFANTIL NA LAMA (Um plano detalhe no chĂŁo revela o desenho tosco, mas perturbador)

O desenho mostra:

Uma casa grande (a MansĂŁo PĂȘnfigo) com janelas escuras e pontudas.

Uma figura humana distorcida (Lucas ou Ana), feita com traços nervosos, com um X riscado sobre o rosto.

Ao lado da figura, uma pequena silhueta (a "criança") feita com um Ășnico cĂ­rculo para a cabeça e dois palitos para o corpo, mas com um sorriso largo e traçado de forma extremamente maligna.

Acima da casa, a palavra "MEU" estĂĄ rabiscada vĂĄrias vezes, como um mantra.

O Detetive Santos, o homem da lei e da lĂłgica, encara o desenho. O ceticismo lentamente se transforma em um horror frio.

DETETIVE SANTOS (QUASE INAUDÍVEL): — Um desenho... de criança.

Ele tenta tocar a lama, mas hesita.

NARRADOR (VOZ FINAL, COMO UM VEREDITO): O povo pensou que a famĂ­lia Americana havia sido derrotada pela ganĂąncia, expulsa pela ruĂ­na financeira.

IMAGEM: O Detetive se afasta lentamente do desenho, olhando a vasta escuridĂŁo do terreno.

NARRADOR (CONTINUA): Mas Lucas e Ana foram expulsos pela arte. Uma mensagem simples, cruel, deixada na terra de Campo Grande. Um aviso de que o poder que tomou a casa nĂŁo era humano, nem polĂ­tico, nem financeiro.

IMAGEM: O Ășltimo plano Ă© do desenho na lama. O sorriso da figura infantil parece aumentar, mesmo sob o sol da manhĂŁ.

NARRADOR FINAL: O dono original do palĂĄcio nĂŁo era um homem. Era a criança. E o seu desenho era a Ășnica prova real.
—— the end ——
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đŸ–Œïž ROTEIRO: O DESENHO NA LAMA (A Assinatura da PĂȘnfigo) CENA: O local da MansĂŁo, no dia seguinte Ă  fuga. A investigação. PERSONAGENS: NARRADOR: (Voz sombria e jornalĂ­stica). LUCAS: (30s, Americano, cabelos cor de mel e bigode, ex-proprietĂĄrio). ANA: (30s, Brasileira, sua esposa). DETETIVE SANTOS: (40s, Brasileiro, cĂ©tico e tenso). (A CENA COMEÇA) EXT. TERRENO DA MANSÃO PÊNFIGO - MANHà (ANOS 90) O sol da manhĂŁ tenta furar a nĂ©voa, mas o terreno continua Ășmido e sombrio. O carro da famĂ­lia, abandonado na noite anterior, estĂĄ sendo periciado. O Detetive Santos e sua equipe vasculham a ĂĄrea. DETETIVE SANTOS (OLHANDO AO REDOR, CÉTICO): — Nada de arrombamento. Nada de luta. Apenas... lama e pĂąnico. O casal fugiu como se o prĂłprio inferno estivesse Ă s suas costas. NARRADOR (VOZ SÉRIA, DE JORNALISTA): O casal, Lucas e Ana, havia deixado Campo Grande Ă s pressas, sem levar pertences, sem dar explicaçÔes claras. A polĂ­cia, sem corpos ou ladrĂ”es, tinha apenas o silĂȘncio e o medo. INT. CARRO DE POLÍCIA - MANHà Lucas (Americano, cabelos cor de mel e bigode) e Ana (pĂĄlida e em choque) sĂŁo interrogados. DETETIVE SANTOS (GRAVANDO, SEM ACREDITAR): — Senhor Lucas, pela Ășltima vez. O que fez o carro andar sozinho? Quem estava na casa? Lucas, com o bigode tremendo, mal consegue falar. LUCAS (DESESPERADO, VOZ ROUCA): — NĂŁo havia ninguĂ©m! Apenas o barulho... as vozes... o brinquedo. Aquele cavalinho de madeira... ele queria algo de volta! ANA (FECHANDO OS OLHOS COM FORÇA): — É a criança, Detetive. Ela queria nos punir por estarmos lĂĄ. Ela brinca com a gente. NARRADOR (ADICIONANDO PESO): Os investigadores procuravam por lĂłgica. Os jornais, por drama. NinguĂ©m procurava por arte. EXT. TERRENO DA MANSÃO PÊNFIGO - MOMENTOS DEPOIS O Detetive Santos sai do carro, frustrado. Ele caminha pelo terreno que a famĂ­lia dizia ser mal-assombrado, procurando por uma pista racional. Ele tropeça no Ășnico objeto deixado para trĂĄs. É o cavalinho de madeira, agora limpo. Ao lado dele, hĂĄ uma ĂĄrea de terra fresca e Ășmida. DETETIVE SANTOS se agacha. Na lama, ele encontra um desenho infantil. NĂŁo rabisco, mas uma imagem gravada com um dedo ou um galho. É um desenho grotesco: IMAGEM: UM DESENHO INFANTIL NA LAMA (Um plano detalhe no chĂŁo revela o desenho tosco, mas perturbador) O desenho mostra: Uma casa grande (a MansĂŁo PĂȘnfigo) com janelas escuras e pontudas. Uma figura humana distorcida (Lucas ou Ana), feita com traços nervosos, com um X riscado sobre o rosto. Ao lado da figura, uma pequena silhueta (a "criança") feita com um Ășnico cĂ­rculo para a cabeça e dois palitos para o corpo, mas com um sorriso largo e traçado de forma extremamente maligna. Acima da casa, a palavra "MEU" estĂĄ rabiscada vĂĄrias vezes, como um mantra. O Detetive Santos, o homem da lei e da lĂłgica, encara o desenho. O ceticismo lentamente se transforma em um horror frio. DETETIVE SANTOS (QUASE INAUDÍVEL): — Um desenho... de criança. Ele tenta tocar a lama, mas hesita. NARRADOR (VOZ FINAL, COMO UM VEREDITO): O povo pensou que a famĂ­lia Americana havia sido derrotada pela ganĂąncia, expulsa pela ruĂ­na financeira. IMAGEM: O Detetive se afasta lentamente do desenho, olhando a vasta escuridĂŁo do terreno. NARRADOR (CONTINUA): Mas Lucas e Ana foram expulsos pela arte. Uma mensagem simples, cruel, deixada na terra de Campo Grande. Um aviso de que o poder que tomou a casa nĂŁo era humano, nem polĂ­tico, nem financeiro. IMAGEM: O Ășltimo plano Ă© do desenho na lama. O sorriso da figura infantil parece aumentar, mesmo sob o sol da manhĂŁ. NARRADOR FINAL: O dono original do palĂĄcio nĂŁo era um homem. Era a criança. E o seu desenho era a Ășnica prova real.

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