Arte com IA: “O Brasil em Roda — Conversa sobre a Crise Climática” (Versão com Flashbacks) NORDESTE: Rapaz… aqui tá mais quente que panela de feijoada esquecida no fogo. O sol tá com raiva da gente, parece. As chuvas? Sumiram faz tempo. No Sertão, o povo aprendeu a viver de teimosia e fé. [Flashback: o sol forte sobre o chão rachado, uma mulher caminhando com balde d’água na cabeça, galinhas ciscando no pó seco.] Antigamente, quando chovia, a terra sorria — o milho crescia, o feijão brotava, o gado engordava. Agora... é só poeira dançando no vento. A desertificação já tá comendo o chão pelas beiradas — dizem que mais de 13% do semiárido tá virando deserto. [Flashback: mapa mostrando manchas secas se espalhando pelo Nordeste, plantações secas e carcaças de animais magros.] E o pior é que não é só falta de chuva, não. É o calor que se multiplica. A temperatura média subiu quase 1,5°C nos últimos anos, e a seca agora é mais comprida que novela das oito. A gente planta e reza — porque do céu mesmo, só vem promessa. Mas o povo do Nordeste é arretado. Mesmo com pouca água, tem cisterna, tem mandacaru, tem mulher guerreira carregando balde e esperança. [Flashback: famílias enchendo cisternas, crianças brincando na pouca água da chuva, um mandacaru florindo.] Eu rio pra não chorar. A gente faz piada: “Se o mundo acabar de calor, pelo menos a gente já tava treinando”. Mas no fundo... dói. Porque o sertão tá pedindo socorro — e parece que ninguém escuta. [Flashback final: um homem olhando pro horizonte rachado, o vento soprando, uma nuvem pequena no céu distante.]

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“O Brasil em Roda — Conversa sobre a Crise Climática” (Versão com Flashbacks)

NORDESTE:
Rapaz… aqui tá mais quente que panela de feijoada esquecida no fogo. O sol tá com raiva da gente, parece. As chuvas? Sumiram faz tempo. No Sertão, o povo aprendeu a viver de teimosia e fé.
[Flashback: o sol forte sobre o chão rachado, uma mulher caminhando com balde d’água na cabeça, galinhas ciscando no pó seco.]

Antigamente, quando chovia, a terra sorria — o milho crescia, o feijão brotava, o gado engordava. Agora... é só poeira dançando no vento. A desertificação já tá comendo o chão pelas beiradas — dizem que mais de 13% do semiárido tá virando deserto.
[Flashback: mapa mostrando manchas secas se espalhando pelo Nordeste, plantações secas e carcaças de animais magros.]

E o pior é que não é só falta de chuva, não. É o calor que se multiplica. A temperatura média subiu quase 1,5°C nos últimos anos, e a seca agora é mais comprida que novela das oito.
A gente planta e reza — porque do céu mesmo, só vem promessa.
Mas o povo do Nordeste é arretado. Mesmo com pouca água, tem cisterna, tem mandacaru, tem mulher guerreira carregando balde e esperança.
[Flashback: famílias enchendo cisternas, crianças brincando na pouca água da chuva, um mandacaru florindo.]

Eu rio pra não chorar. A gente faz piada: “Se o mundo acabar de calor, pelo menos a gente já tava treinando”.
Mas no fundo... dói. Porque o sertão tá pedindo socorro — e parece que ninguém escuta.
[Flashback final: um homem olhando pro horizonte rachado, o vento soprando, uma nuvem pequena no céu distante.]
—— Fim ——
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“O Brasil em Roda — Conversa sobre a Crise Climática” (Versão com Flashbacks) NORDESTE: Rapaz… aqui tá mais quente que panela de feijoada esquecida no fogo. O sol tá com raiva da gente, parece. As chuvas? Sumiram faz tempo. No Sertão, o povo aprendeu a viver de teimosia e fé. [Flashback: o sol forte sobre o chão rachado, uma mulher caminhando com balde d’água na cabeça, galinhas ciscando no pó seco.] Antigamente, quando chovia, a terra sorria — o milho crescia, o feijão brotava, o gado engordava. Agora... é só poeira dançando no vento. A desertificação já tá comendo o chão pelas beiradas — dizem que mais de 13% do semiárido tá virando deserto. [Flashback: mapa mostrando manchas secas se espalhando pelo Nordeste, plantações secas e carcaças de animais magros.] E o pior é que não é só falta de chuva, não. É o calor que se multiplica. A temperatura média subiu quase 1,5°C nos últimos anos, e a seca agora é mais comprida que novela das oito. A gente planta e reza — porque do céu mesmo, só vem promessa. Mas o povo do Nordeste é arretado. Mesmo com pouca água, tem cisterna, tem mandacaru, tem mulher guerreira carregando balde e esperança. [Flashback: famílias enchendo cisternas, crianças brincando na pouca água da chuva, um mandacaru florindo.] Eu rio pra não chorar. A gente faz piada: “Se o mundo acabar de calor, pelo menos a gente já tava treinando”. Mas no fundo... dói. Porque o sertão tá pedindo socorro — e parece que ninguém escuta. [Flashback final: um homem olhando pro horizonte rachado, o vento soprando, uma nuvem pequena no céu distante.]

há 4 meses

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